sábado, 12 de setembro de 2009

Quando dói mais que 140 vezes

saudade que chega doer a alma, faz a respiração suspender e o coração procura reinvenções diarias. Morrer realmente não ensina nada.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Porque amo Hilda Hilst

"eu tenho pavor dessa coisa de perder os dentes, que eu associo muito à idéia da morte. Por isso estou aflita pra ir ao dentista. Mas são deslumbrantes as vantagens de ser banguela. O chato é que a gente não pode rir nunca. Só que, no meu caso, a perda dos dentes veio um pouco tarde: agora eu não chupo mais o pau de ninguém. Há vinte anos não vejo um pau. Até falei pra Marilene Felinto de um amigo meu que estava tomando banho aqui em casa. Entrei por engano no banheiro e, quando vi o pau dele, comecei a rir sem parar e fui hospitalizada. "Meu deus, é por causa disso que se briga tanto neste mundo?", pensei. Ri tanto que fiquei com falta de ar. Tenho bronquite asmática. Tiveram que me hospitalizar, de tanto que eu ri... Essa coisa do sexo fica tão desimportante depois que a gente envelhece" ....

Mais que escrever, transcender

Já tive um blog, mas em um momento tão diferente da vida que decidi não continuá-lo.

Sinto falta de um espaço maior, que aceite mais que 140 caracteres e emoções variadas, onde eu possa guardar momentos que minha péssima memória não retem, mas que a alma tanto deseja armazenar.

Enfim, o objetivo precípuo é espalhar o amor, seja em qual linguagem for.